Ano passado, tive a felicidade de receber a mensagem da Tainara Paulon, uma querida leitora que também se aventura no mundo da escrita. Ela me escreveu para avisar que havia inaugurado um blog e que mencionou meu nome no post de inauguração (clique aqui para acessar o blog).

Quando entrei para ler, fiquei contente ao me lembrar da conversa que tivera com ela, a qual ela retratou no texto:

Tainara Paulon

Duas coisas me deixaram especialmente comovida em relação à postagem dela, e às palavras que ela me direcionou depois, pelo Facebook. A primeira foi saber que, através de uma simples conversa pela internet, muitas vezes nossas palavras têm a capacidade de realmente ajudar alguém, iluminar um caminho que antes estava escuro ou ajudá-la a olhar por um ângulo ainda desconhecido que, mais tarde, fará toda a diferença. É importante termos essa consciência, sabermos o quanto nossos gestos e palavras são poderosos – tanto para o bem quanto para o mal. E a segunda coisa foi pensar que a resposta-pergunta que tanto fez sentido para ela, na verdade, é aplicável a qualquer pessoa, qualquer carreira, qualquer desejo.

 

Uma frase que define com perfeição a forma como sempre desejei exercer a função de escritora é do livro Pollyanna Moça, de Eleanor H. Porter, quando ela confessa ao amigo que deseja escrever livros:

 

“O instrumento que você toca, Pollyanna, será o grande coração do mundo; e me parece que é o mais maravilhoso de todos os instrumentos que podemos aprender. Sob seu toque, se você for hábil, irá produzir sorrisos ou lágrimas, como você escolher.” – Pollyanna Moça, Eleanor H. Porter

 

Todos os dias, ao nos levantarmos da cama, ao sairmos para trabalhar, ao respondermos uma mensagem no bate-papo, temos a escolha de como iremos usar nosso dom. Pois estamos constantemente tocando o coração do mundo!

 

Beijos cheios de carinho,
Sam :*