O que você quer dizer ao mundo?

Domingo à noite, tive a felicidade de receber a mensagem da Tainara Paulon, uma querida leitora que também se aventura no mundo da escrita. Ela me escreveu para avisar que havia inaugurado um blog e que mencionou meu nome no post de inauguração (clique aqui para acessar o blog).

Quando entrei para ler, fiquei contente ao me lembrar da conversa que tivera com ela algumas semanas antes, a qual ela retratou no texto:

Tainara Paulon

Duas coisas me deixaram especialmente comovida em relação à postagem dela, e às palavras que ela me direcionou depois, pelo Facebook. A primeira foi saber que, através de uma simples conversa pela internet, muitas vezes nossas palavras têm a capacidade de realmente ajudar alguém, iluminar um caminho que antes estava escuro ou ajudá-la a olhar por um ângulo ainda desconhecido que, mais tarde, fará toda a diferença. É importante termos essa consciência, sabermos o quanto nossos gestos e palavras são poderosos – tanto para o bem quanto para o mal. E a segunda coisa foi pensar que a resposta-pergunta que tanto fez sentido para ela, na verdade, é aplicável a qualquer pessoa, qualquer carreira, qualquer desejo.

Uma frase que define com perfeição a forma como sempre desejei exercer a função de escritora é do livro Pollyanna Moça, de Eleanor H. Porter, quando ela confessa ao amigo que deseja escrever livros:

“O instrumento que você toca, Pollyanna, será o grande coração do mundo; e me parece que é o mais maravilhoso de todos os instrumentos que podemos aprender. Sob seu toque, se você for hábil, irá produzir sorrisos ou lágrimas, como você escolher.” – Pollyanna Moça, Eleanor H. Porter

 

Todos os dias, ao nos levantarmos da cama, ao sairmos para trabalhar, ao respondermos uma mensagem no bate-papo, temos a escolha de como iremos usar esse dom. Pois estamos constantemente tocando o coração do mundo!

 

Com amor,

Sam

Tem 2 comentários deste post

  1. Thayse Camile Ferreira de Melo 27 de junho de 2018, 07:19

    Boa noite, Samanta Holtz. Eu tenho assistido todos os seus vídeos com dicas de escritores, porque já faz algum tempo em que eu percebe que eu possui uma mente criativa para narrar histórias. Mas, sempre em meus capítulos eu nunca conseguia passar realmente o que eu queria para o meu leitor prender a sua total atenção ou compreendesse o ponto de vista do meu personagem. E eu sempre preferi escrever as minhas histórias em 1 pessoa do singular. E eu faço sempre uma boa pesquisa sobre o tema, em livros, na internet… Mas eu acho que o maior problema que eu estou enfrentando na minha narração é ter que descrever uma personagem já existente na televisão americana. Você já ouviu falar na série Buffy A Caça-Vampiros? Pois é, a minha história é sobre ela. E na verdade eu não vou publicá-la em nenhuma editora do Brasil, porque esse será um livro mais para os meus amigos e familiares lerem e dizerem o pensaram sobre a trama, os personagens, etc. É mais uma leitura só para eles, e para mim mesmo, para eu escrever do que eu mais gosto, antes de realmente pensar em escrever realmente grandes obras literárias. E nesse livro eu quero dar um final feliz a personagem de Buffy, em que ela termina com o seu grande amor Angel. Mas eu não consigo passar ao meu leitor toda a profundidade e complexidade dessa
    personagem em como ela se vê no mundo real e no universo fantasioso dos monstro e vampiros, sem parecer redundante ou superficial ? Então eu queria que vc me ajudasse nisso, em como eu poderia passar para o meu leitor toda a personalidade, sentimentos, pensamentos, valores morais, sonhos e objetivos dessa personagem ao longo da história.

    • Samanta Holtz 16 de outubro de 2018, 17:43

      Olá, querida! Muito obrigada por visitar meu site e pela mensagem! Já a respondi por e-mail, né? 🙂 Se eu puder ajudar em algo mais, me escreve lá! Beijosssss :*

Deixe uma resposta a Samanta Holtz Campos obrigatórios*

Clique aqui para cancelar a resposta.